Os "grampos" da ditadura.
Já são cinco os deputados que denunciam estar sendo grampeados e a sociedade ate agora não se deu conta da gravidade do assunto, o PT se diz um partido democrático mas usa todos os artifícios espúrios da ditadura. Esse partido de canalhas sempre foi um partido ditatorial que nunca lutou por um Brasil livre, lutaram sim para transformarem o Brasil numa ditadura de esquerda muito pior que a ditadura militar, são pessoas sem a formação e os idéias militares, são criminosos sem princípios e sem moral, fazem tudo igual ou pior que os militares.
Não podemos admitir que esse “partido” que já tentou controlar a imprensa tente colocar todas as instituições no “bolso” para atingir seus objetivos criminosos.
"O defensor de criminosos, ministro Márcio Thomaz Bastos, informou que determinou à Polícia Federal que investigue as denúncias de grampos dos parlamentares".
As cabras vão cuidar da palha!




5 Comments:
Anjo,
Isso é que é cinismo, eles vão investigar o que eles mesmos fizeram. Que país!
A máfia do PT está infiltrada em todos os setores. Já era de se esperar que eles estariam TAMBÉM, "ouvindo" ilícitamente conversas atraves de grampos.
Essa é a IDENTIDADE do PT.
HT
Além de ladrões, são autoritários e covardes.
UM ENGODO CHAMADO CPI
Foram 5 meses de uma maciça campanha da oposição contra o presidente Lula, contra o governo Lula. E nem assim o presidente Lula deixa de ser imbatível em 2006.
Esses deputados e senadores da oposição, que fazem parte da CPI não fizeram nada este ano para o bem do povo brasileiro e do país . Eles não apresentaram nenhum projeto, não se empenharam em nada para melhorar a vida das pessoas, apenas criticaram o governo Lula, o presidente Lula, simplesmente porque em 2006 tem eleição, eles querem voltar ao poder, eles querem destruir o país como fizeram durante os 08 anos que foram poder. O que vimos nas CPIs foi baixarias, violências, ameaças, troca de socos e tapas. A oposição raivosa e virulenta, babando, destilando todo o seu veneno contra o presidente Lula e o PT. Como disse um amigo, não terminou em pizza, terminou em "biscoito" fazendo referencia ao deputado Mabel que escapou da cassação. Até o Ibrahim Abi Ackel que recebeu dinheiro do valérioduto, consta na lista do Valério, é relator da CPI dos Bingos. Essa CPI do dos Bingos investigou tudo menos os Bingos. Tivemos um verdadeiro espetáculo, de muito mal gosto, digno de fazer parte do rol das "baixarias da TV". Quanto custou essas CPIs ao erário publico? Quanto dinheiro foi literalmente jogado fora? Mas o espetáculo não para ai, agora tem os que se fazem de vitima para desviar a atenção, que dizem que estão sendo grampeados, investigados e o que é pior acusam sem nenhum fundamento o governo de estar por trás dos supostos grampos, mas isso é porque que ficou comprovado que faz parte da lista do Valério o Azeredo PSDB, estava chegando perto demais FHC e da compra de votos para a reeleição, porque ficou comprovado que esse esquema de arrecadação nasceu no PSDB em 1995. O valérioduto é criação e produto do PSDB. Porque não aceitam e não investigam a fundo o empréstimo do Rural e do BMG, que comprovadamente foi feito, por Valério e Delúbio? Porque não são bancos estatais, não é dinheiro publico, isso não interessa para a oposição. Chamaram para depor nas CPIs gente sem nenhuma credibilidade,sem nenhuma moral, gente que está presa por vários crimes,como o juiz Rocha Mattos, o Toninho da Barcelona, eles foram presos no governo Lula, que combate a corrupção como nunca se combateu neste país, foram presos pela PF, é mais do que óbvio que eles iriam contar mentiras e mais mentiras para incriminar o governo que os mandou para a cadeia. Mas não chamaram para depor o Azeredo do PSDB que tem muito para explicar sobre caixa 2 e o esquema do valérioduto.
Por suposições, e ilações, sem nenhuma prova concreta, eles vão cassar o deputado ex ministro Dirceu, que nunca sacou um tostão do velériduto,que não há um só documento que envolva o nome ou a assinatura dele, os diretores e gerentes dos bancos Rural e BMG afirmaram em depoimentos que nunca trataram com ex ministro Dirceu a questão do empréstimo dos bancos para o PT, estão fazendo um verdadeiro linchamento político contra o ex ministro Dirceu.
O ano está terminando, três CPIs foram instaladas, e hoje após 5 meses de investigações, o resultado que temos é esse descrito abaixo, uma teia construída pela oposição, que propositalmente não esclarece nada, porque a oposição para esclarecer vai ter que cortar na própria carne, e isso eles não querem fazer como fez o PT.
O relator da CPI dos Correios, Osmar Serraglio (PMDB-PR), afirmou nesta quinta-feira ter encontrado a primeira fonte dos recursos que abasteceram o chamado "valerioduto". Serraglio disse que o Banco do Brasil desviou R$ 10 milhões para o PT por meio de verbas de publicidade da Visanet, empresa que tem participação acionária do BB.
Me enganei não foi dinheiro de estatal do BB, foi do Visanet, 1/3 é de estatal.
Pensando bem foi do BB e do Visanat.
Foi do Rural
Foi do BMG
Foi dos Correios
Foi dinheiro de contas do exterior
Foi dinheiro de doleiros,de paraísos fiscais
Foi dinheiro de empresários de Santo André
Foi dinheiros de empresários de Ribeirão Preto
Foi dinheiro dos Fundos de Pensão
Foi doaçõa da FARC
Foi doação de Cuba
07/11/2005 - Em carta, deputado mineiro detalha caixa dois de Eduardo Azeredo
O deputado estadual de Minas Gerais Rogério Correia (PT) enviou à Executiva Nacional uma carta em que detalha informações que detém sobre denúncias de caixa dois com uso irregular de verbas públicas na campanha à reeleição do então governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo, em 1998. Correia diz que entregou ao Ministério Público de Minas Gerais e ao Ministério Público Federal documentos que comprovam as denúncias.
Leia a carta:
Belo Horizonte, 4 de novembro de 2005
A Ricardo Berzoini
Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores
(Solicito que seja encaminhada cópia aos membros do Diretório Nacional)
Com meus cordiais cumprimentos, venho através desta solicitar à Executiva Nacional do PT que encaminhe pedido à Comissão de Ética do Senado Federal para abertura de processo para cassação do senador Eduardo Azeredo, pelos motivos que passo a expor.
Como deputado estadual em Minas Gerais, venho denunciando a utilização de caixa dois com uso irregular de verbas públicas e de recursos provenientes de empréstimos bancários obtidos, tendo como aval contratos estaduais, na campanha à reeleição do então governador Eduardo Azeredo. Acompanhando o trabalho das CPIs Nacionais, constatei que as irregularidades cometidas naquele ano foram feitas pelos mesmos atores de agora: BMG, Banco Rural, DNA, SMP&B, Marcos Valério, Duda Mendonça e outros.
Passo a remeter resumo das informações que possuo, colocando-me à disposição para relatá-las em detalhes. Reitero que possuo documentos comprobatórios, os quais entreguei ao Ministério Público do Estado de Minas Gerais e ao Ministério Público Federal.
1. No ano de 1996, após o misterioso falecimento de um dos sócios, Sr. Maurício Moreira da Silva, e a entrada de Marcos Valério para a sociedade, a agência SMP&B Propaganda passa a ser denominada SMP&B Comunicação. Com esta mudança, a empresa deixou de ser exclusivamente uma elaboradora de propagandas e passou a atuar na obtenção de recursos para campanhas eleitorais;
2. Entre os dias 25 de maio e 4 de setembro de 1998, o governo do Estado de Minas Gerais promoveu a transferência de R$ 3 milhões para a empresa SMP&B, com conta no Banco Rural. O dinheiro foi repassado através de dois órgãos da administração indireta do Estado de Minas Gerais, as estatais Copasa e Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig). A referida importância foi utilizada para patrocinar o evento denominado “Enduro da Independência”, realizado pelo Estado com os trabalhos da SMP&B. O Ministério Público Estadual entrou com ação civil pública por atos de improbidade administrativa contra o Sr. Eduardo Azeredo e outros dez réus, que foi acolhida e tramitou no Superior Tribunal Federal, retornando recentemente a Minas Gerais para julgamento no Tribunal de Justiça. Não houve licitação e não há comprovação de serviços de publicidade prestados;
3. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) efetuou diversos pagamentos à SMP&B Comunicação em 1998 no valor total de R$ 2.182.512,72.
Data Valor em Reais
19/6/1998 R$ 57.500,00
4/8/1998 R$ 75.000,00
7/10/1998 R$ 65.613,25
21/10/1998 R$ 1.673.981,90¹
9/12/1998 R$ 53.713,05
18/12/1998 R$ 121.000,00
5/2/1999 R$ 60.704,52
7/11/1999 R$ 75.000,00
-----------------------------------------
¹Valor dividido em quatro pagamentos distintos, efetuados na referida data.
4. Em 22 de outubro, a SMP&B efetuou vários pagamentos a políticos ligados ao ex-governador Eduardo Azeredo. Os mesmos são comprovados por ‘docs’ do Banco de Crédito Nacional e totalizam R$ 1.162.459,28. Ressalta-se também que foram feitos, através de ‘docs’ do Banco Rural, no dia 28 de setembro de 1998, à véspera do primeiro turno, depósitos que totalizam R$ 718.025,00, a pessoas também ligadas ao PSDB, PFL e aliados, com dinheiro proveniente da conta da SMP&B. Os destinatários dos valores foram apresentados por Marcos Valério, no dia 9 de agosto deste ano, à CPI do Mensalão. Ou seja, no dia 21, a Cemig repassou à SMP&B o valor de R$ 1.673.981,90 e a empresa, no dia seguinte, o distribuiu a políticos para ajudar na campanha de segundo turno de Azeredo. Pelo menos os deputados federais Romel Anízio e Custódio Mattos foram beneficiados, além de Paulo Abi-Ackel, filho do relator da CPI do Mensalão, Ibraim Abi-Ackel, e outros deputados estaduais. Para tentar justificar a corrupção eleitoral, a SMP&B apresentou notas frias de gráfica fantasma em nome de laranjas. O presidente da Cemig à época, Carlos Eloi, que autorizou a transferência, era coordenador da campanha de Eduardo Azeredo;
5. O Sr. Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Azeredo, moveu contra ele uma ação por danos morais e materiais sob a justificativa de que teria contraído dívidas para cobrir gastos da campanha de 1998. Nesta, Mourão afirma que "no epílogo da campanha existia uma dívida de mais de R$ 20 milhões". Na Justiça Eleitoral, o então candidato declarou o gasto de R$ 8,5 milhões, não tendo apresentado dívida alguma. Dá-se, então, como assumiram o próprio senador Eduardo Azeredo, presidente do PSDB Nacional, e Nárcio Rodrigues, que preside o estadual, o uso inequívoco de um imenso caixa dois via empresas de Marcos Valério. A pendenga só teve fim depois que Marcos Valério pagou a dívida do senador com o tesoureiro. O pagamento foi feito por meio do cheque número 7683, de R$ 700 mil (bem inferior à quantia de deputados que hoje respondem em Brasília no Conselho de Ética), emitido por Marcos Valério em 18 de setembro de 2002. O dinheiro saiu de uma conta mantida pelo casal (Valério e Renilda Santiago, sua esposa) na agência Assembléia do Banco Rural em Belo Horizonte. Nos autos do processo que corre na Justiça há um recibo de Mourão acusando a quitação do débito. Coincidentemente, o acerto que Valério fez com Mourão em nome de Azeredo ocorreu numa época em que o senador e o publicitário andaram se comunicando regularmente (53 ligações telefônicas, segundo a quebra de sigilo telefônico de Valério). Apesar do acordo firmado em 2002, Cláudio Mourão voltou à carga contra o senador este ano, ingressando no STF, em 28 de março, com uma ação de indenização por danos materiais e morais. O novo processo de Mourão teve um desfecho igualmente suspeito. Misteriosamente, o ex-tesoureiro retirou a ação, numa decisão tomada em 12 de agosto, semanas após o surgimento dos documentos que apontavam as primeiras ligações de Azeredo com Marcos Valério.
6. O Sr. Nilton Monteiro, que participou, à época, da campanha de Azeredo, denuncia que o valor total das contas da mesma chegou ao valor de R$ 53 milhões. Ele apresentou os ‘docs’ bancários dos repasses aos políticos ligados a Azeredo e tem várias outras denúncias esclarecedoras do "tucanoduto" em Minas Gerais. O próprio Marcos Valério disse em seu depoimento à CPI que existem, além dos já apresentados, nomes "graúdos" de outros receptores dos recursos. A bancada do PT deve pressionar a CPI para marcar a data do depoimento do Sr. Nilton Monteiro. Ele quer contribuir. Deve também ser ouvido novamente o Sr. Cláudio Mourão, que mentiu à CPI. O documento apresentado pelo Sr. Nilton, diferentemente do que afirmou Mourão, é verdadeiro, como demonstrou reportagem da revista Isto É.
7. O Sr. Rogério Tolentino integrou a corte do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais. Após sua saída do TRE, tornou-se advogado de Marcos Valério e sócio do mesmo na empresa "Tolentino e Melo Assessoria Empresarial". Ele agiu, enquanto juiz eleitoral, influenciado por suas relações com Valério, inclusive na votação da prestação de contas da campanha do ex-governador, o que pode vir a anulá-la;
8. Para tentar esclarecer os fatos, apresentamos na Assembléia Legislativa de Minas Gerais pedido de instalação de uma CPI para apuração de contratos firmados entre as empresas SMP&B Comunicações e DNA Propaganda e outras agências com órgãos públicos em Minas Gerais. A mesma não pôde ser instalada por não termos conseguido recolher o número de assinaturas necessárias, pois os deputados do PSDB, PFL e aliados do governador Aécio Neves não quiseram aderir. Além disto, toda a documentação foi entregue ao Ministério Público Estadual, para o promotor Dr. Leonardo Barbabela (31 - 3250.5046 / 5036) e ao Ministério Público Federal, nas mãos do Dr. Eduardo Morato Fonseca (31 - 2123-9001)
Ressalto que não procedem os argumentos de que tudo se passou em 1998 e o senador foi eleito em 2002. O cheque de R$ 700 mil para "calar a boca" do Sr. Mourão foi de setembro de 2002, próximo à eleição, quando tanto Hélio Costa (PMDB) como Tilden Santiago (PT) se aproximavam de Azeredo nas pesquisas. Apertado, pediu apoio de Marcos Valério para garantir o silêncio do tesoureiro. Certamente, caso a denúncia viesse à tona naquele ano, quem estaria ocupando a vaga no Senado não seria o ex-governador Eduardo Azeredo.
As informações aqui expostas já foram remetidas ao Sr. Osmar Serraglio e tentativas de agendar reunião foram feitas. Porém, não obtive resposta alguma. Restou-me parecer que o relator somente deseja investigar o PT, deixando de lado o que concerne aos tucanos e assando, assim, uma “grande pizza”.
Por tudo isto, o PT tem de solicitar à Comissão de Ética do Senado a cassação do senador Eduardo Azeredo por ser comprovado seu envolvimento com caixa 2, via Marcos Valério, com uso e abuso de dinheiro público. O corporativismo ou justificativa de "governabilidade" da nossa bancada no Senado, ou receio de revide, não pode impedir o Partido de cumprir seu dever.
Me permitam os senadores petistas alertá-los para o fato de que devem reagir e não se acovardar frente aos arroubos tucanos. O Sr. Artur Virgílio, que ameaçou dar uma surra no presidente, precisa ser investigado. Pesquisem sua relação com o Banco do Amazonas e empréstimos pré-eleitorais. A ameaça que ele está sofrendo é de perder o discurso. Por isto anda tão valente.
Investiguem a estatal mineira Furnas e sua atuação em 2002, o maior caixa 2 com dinheiro público do mundo. Financiamento tucano criminoso. Convoquem o Sr. Dimas Toledo para depor. Vai voar pena para todo lado! A Polícia Federal e o Ministério Público sabem do que falam.
Sem mais para o momento, coloco-me à disposição para mais detalhes e com documentos que comprovam tudo o que venho denunciando sobre o senador Eduardo Azeredo.
Atenciosamente,
Rogério Correia
Deputado Estadual – PT
2º Vice Presidente ALMG
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